| Dica
13/08/07
Saiba
como cultivar rosas
De
preferência, num local ensolarado e bem arejado.
Para florescer bem e praticamente o ano todo, a roseira
precisa de sol pleno, ou seja, pelo menos de 6 a 7 horas
diárias de luz solar direta. Recomenda-se um
local arejado, para evitar a o surgimento de fungos
nas folhas e flores, especialmente em regiões
chuvosas.
Como
regar e podar?
Logo após o plantio das mudas e até a
primeira floração, regue com moderação
todos os dias. Depois regar uma vez por semana no inverno
e duas vezes por semana em época de seca. Na
temporada de chuvas pode até suspender as regas.
A primeira poda deve
ser feita um ano após o plantio e repetida todos
os anos, entre os meses de julho e agosto.
Quais
são os maiores inimigos das roseiras e como combatê-los?
As pragas e as doenças são grandes inimigas
das roseiras:
Pulgões:
São os mais comuns. Sugadores, causam
deformações nas partes atacadas, principalmente
brotos novos e botões. Combata-os, de maneira
mais natural, com calda de fumo.
Ácaros:
São quase invisíveis a olho nú
e se localizam, em colônias, na parte inferior
das folhas, causando grandes prejuízos. A aplicação
de enxofre solúvel pode servir como prevenção.
Trips:
Pequenos insetos voadores que deformam as flores, logo
no início da brotação. Em grandes
ataques, podem destruir completamente a planta, por
essa razão, necessitam de um controle químico,
sob orientação.
Formigas-cortadeiras:
Fazem mais estragos nas folhas e brotos. Iscas
formicidas costumam ser bem eficazes.
Besouros:
A variedade é grande, mas as vaquinhas são
as que mais destróem as flores. Também
precisam de combate químico, quando o ataque
for grande.
Mofo-cinzento:
Doença causada por um fungo que tem preferência
pelas flores e botões. Costuma ocorrer em épocas
de chuvas prolongadas e muita umidade. Pode-se prevenir
o problema com a aplicação de fungidas.
Mofo-branco:
É o famoso oídio, que não
escolhe época para atacar. Os botões e
as folhas são os alvos preferidos. A prevenção
pode ser feita com os mesmos fungicidas usados para
controlar o mofo-cinzento e o combate é reforçado
com enxofre solúvel.
Mancha-preta:
Ataca as folhas, amarelando-as e derrubando-as.
Costuma atacar mais quando há mudanças
bruscas de temperatura. Também pode ser prevenida
com fungicidas.
Míldio:
Surge com mais freqüência nos períodos
quentes, quando há excesso de chuvas. É
uma doença devastadora, capaz de destruir brotos
novos e folhas e, se não for controlada, mata
mesmo a planta. Qualquer suspeita de ocorrência
deve ser rapidamente combatida com produtos específicos
existentes nas casas especializadas em produtos agropecuários.
Lembre-se:
Todo e qualquer produto químico deve apenas ser
aplicado segundo a recomendação do fabricante
e só deve ser adquirido após consulta
com um técnico especializado, que poderá
fazer a prescrição do receituário
agronômico.
Qual
é o espaçamento entre as mudas?
Existem vários tipos de roseiras (silvestres,
híbridas-de-chá, sempre-floridas, miniaturas,
rasteiras, arbustivas, trepadeiras e cercas-vivas) e
o espaçamento vai depender da variedade de rosa
que estiver sendo plantada:
• arbustivas :
1 metro entre as mudas
• trepadeiras : de 1 a 2 metros entre as mudas
• cercas-vivas : 50 a 80 cm entre as mudas
• híbridas-de-chá e sempre-floridas
: 50 cm entre as mudas
• miniaturas : 20 a 30 cm entre as mudas
• rasteiras : 30 cm entre as mudas
Se o plantio for feito
com mudas "envasadas" (normalmente vendidas
em sacos plásticos), pode ser feito em qualquer
época do ano, mas os especialistas recomendam
evitar os meses mais quentes. Já para o plantio
com mudas chamadas de "raiz nua", o período
mais indicado vai da outono à primavera.
Que
tipo de solo é mais adequado?
As roseiras podem se desenvolver bem em qualquer tipo
de solo, mas é preferível garantir uma
terra mais para argilosa, que tenha boa drenagem.
Fonte:
Paisagismo Brasil
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