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Plantas
de Agosto
Por Luciana Leal - llealll@floresta.ufpr.br
O inverno está próximo da despedida, dando a
oportunidade de concluir a reforma geral do jardim, iniciada
em junho e intensificada em julho.
Lista de Espécies Abordadas:
Cravo de defunto
Zinia
Verbenas
Picão
Outras Espécies Recomendadas:
Pode-se
plantar: Açucenas, astrapaea, boca-de-leão,
borboletas, balsaminas, beijo-de-frade, boas-noites, cravos,
campainhas, cosmos, cravinas, chamas, cravo-de-defunto, caliandra,
dálias, damas-entre-verdes, esporinhas, estrela-do-norte,
flor-de-papagaio, gipsófila, hortênsias, jasmim-do-cabo,
jurujubas, laços-espanhóis, miosótis,
margarida-branca, magnólias, malmequer, papoulas-anuais,
rainha-margarida, rabo-de-raposa, saudades, sempre-vivas,
tremoço-de-cheiro, tremoço-perene, verbenas
e zínia.
Espécies
que florescem em Agosto: açafates, assembléias,
capuchinhas, ervilha-cheirosa, tremoço-de-cheiro, freesias,
heliotrópio, hemerocalis, íxias, rainúnculos
e estrelitzia, e também os arbustos: Astrapaea wallichii,
Astrapaea tiliaefolia, azaléia-indica, camélia,
flor-de-papagaio, formigueira, tento e ipê-roxo.
Cravo de Defunto
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Nome
Científico:Tagetes patula Sch. Bip.
Família: Asteraceae
Nome Popular:
tagetes-anão, cravo-francês, flor-de-estudante,
cravo-de-defunto
Planta herbácea anual,
de caule curto, ramificada, originária da América
do Norte, de 20-30 cm de altura, de folhagem densa com
cheiro característico.
As flores são reunidas em capítulos
densos, simples ou dobrados, solitários, em tonalidades
variáveis de amarelo, alaranjado e marrom-avermelhado.
É
cultivada a pleno sol, quase que exclusivamente em bordaduras
ou conjuntos isolados formando maciços compactos
desenhados, em canteiros com terra enriquecida com húmus.
É uma das poucas espécies de ciclo anual
que pode ser cultivada em regiões tropicais durante
o período do verão.
A
propagação é feita por sementes
em qualquer época do ano. |
Zínia
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Nome
Científico: Zinnia elegans Jacq.
Família:
Asteraceae
Nome
Popular: zínia, capitão, moça-e-velha,
canela-de-velho
Herbácea
anual, de caule reto e de folhagem áspera, originária
do México, de 60-80 cm de altura. As flores são
pequenas, reunidas em capítulos grandes, solitários,
muito vistosos, simples ou dobrados, em uma série
de cores e de diferentes formas. É cultivada
para produção de flor de corte pela longa
durabilidade, sendo também adequada para a utilização
em bordaduras e para maciços a pleno sol, tanto
para regiões de temperatura amena como para áreas
tropicais, em canteiros com boa permeabilidade. A propagação
é por sementes, semeadas durante o ano todo,
principalmente na primavera e verão.
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Verbenas
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Nome
Científico: Verbena x hybrida
Família: Verbenaceae
Nome Popular: verbena,
camaradinha
Grande grupo de herbáceas prostradas e perenes,
obtidas por hibridação entre várias
espécies originárias da América
do Sul, cujas diversidade resultante são conhecidas
por nomes hortícolas. Possuem de 20-30 cm de
altura e folhas pequenas e denteadas. As inflorescências
são terminais, com flores pequenas, numerosas,
vermelhas, brancas, róseas, roxas ou listradas,
que se formam no decorrer de quase o ano todo. Cultivada
geralmente a pleno sol, em bordaduras, jardineiras
e como forração em canteiros estercados
e úmidos. Apesar de perene, é costumeira
a renovação do canteiro a cada 2 anos
pelo menos. Multiplica-se por mudas e sementes.
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Picão
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Nome
científico: Bidens sulphurea Sch.
Bip.
Família: Asteraceae
Nomes vulgares: cosmo-amarelo,
picão-grande, áster-do-méxico,
picão.
Herbácea
anual, ereta, muito ramificada, originária
do México e intensamente disseminada e naturalizada
no território brasileiro, de 0,80m –1,00m
de altura. Folhas compostas, membranáceas e
pilosas. As
são reunidas em capítulos grandes, simples
ou dobrados, muito vistosos, geralmente de cor alaranjada,
surgindo ocasionalmente a variedade de flores amarelas.
É utilizada a pleno sol em grandes grupos,
como bordadura de canteiros ou simplesmente em conjuntos
isolados, formando maciços muito coloridos
quase o ano todo. A multiplicação é
por sementes.
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Fontes:
SANTOS, M. C. Manual de Jardinagem e Paisagismo. 3. Ed. Rio
de Janeiro: Freitas Bastos, 1978.
LORENZI, Harri. Plantas ornamentais no Brasil: arbustivas,
herbáceas e trepadeiras. 2. Ed. Nova Odessa, SP: Instituto
Plantarum, 1999.
Site: floresta.ufpr.br/
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