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Natural das Filipinas,
a Phalaenopsis é considerada uma das
mais belas e populares orquídeas e é
produzida e cultivada em larga escala pela indústria
brasileira. Por isto mesmo, existe hoje um grande
número de híbridos, fruto do cruzamento
de espécies em cativeiro. Essas
lindas orquídeas não são
comuns como espécies puras em coleções,
sendo a maioria das mais conhecidas híbridos
gerados de semente, e depois reproduzidas do
caule.
Conhecida
por se adaptar bem até em apartamentos
de centros urbanos, a Phalaenopsis é
uma planta que precisa de rega a cada 7-15 dias,
dependendo da época e tolera bem temperaturas
mais elevadas.
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O cultivo ideal é em estufas
quentes, precisando de muita sombra.
Há dois tipos principais: o
padrão e o miniatura. O primeiro pode chegar
a 1 m de altura, enquanto as miniaturas ficam em torno
de 30 cm. Ambos tem a estrutura bem semelhante, diferindo
apenas no tamanho.
A Phalaenopsis se adapta bem em substratos
ricos em casca de madeira e xaxim (este último,
proibido por lei. Está sendo feito atualmente
o uso de fibra da casca do coco). O carvão
vegetal e os musgos (ou espumas artificias para reter
a umidade) também estão presentes. Uma
vez ao mês, pode ser feito uso de fertilizante
NPK 10:10:10, numa pequena porção em
uma colher de café para um litro de água.
Plantas floridas ou com suas raízes
ainda não adaptadas ao vaso não devem
receber estes fertilizantes. A Phalaenopsis deve ter
sua haste cortada acima do terceiro "nó",
após as flores murcharem. Esta poda deve ser
realizada com tesoura esterilizada.
A poda
deve ser feita na haste, após o terceiro nó,
numa altura aproximada de 20 centímetros. Uma
vez ao a Phalaenopsis emite cachos de até 12
flores, se bem cuidada. Suas flores têm muita
durabilidade e resistência, persistindo por
três ou cinco semanas antes de murcharem. Após
a poda da haste, a Phalaenopsis pode voltar a dar
novos cachos ainda no mesmo ano, numa ramificação.
Fonte:Orquidiana.com