Notícia
09/09/08
Floricultures
gaúchos realizam mostra na Expointer 2008
Detalhes da cadeia
da floricultura no Estado estão sendo apresentados
no espaço 'Caminhos da Floricultura' na Expointer;
floricultores e arranjadores também dão
dicas para conservar flores e plantas
Esteio
- Quem visitar a Expointer 2008 poderá ver
detalhes da cadeia da floricultura no Rio Grande do
Sul no espaço 'Caminhos da Floricultura', instalado
no estande do Sebrae gaúcho. A Expointer é
uma das maiores feiras internacionais do setor agrícola
e funciona até o domingo (7), no Parque de
Exposições Assis Brasil, em Esteio,
Região Metropolitana de Porto Alegre.
A
produção gaúcha de flores é
apresentada no espaço por técnicos do
Sebrae e por empresários de pequenos negócios
dedicados à produção de mudas,
plantas e arranjos florais. Eles também estão
a disposição do público para
dar dicas sobre cuidados na conservação
de flores e plantas e na ambientação
de jardins. O local pode ser visitado das 8 horas
às 20 horas.
No
'Caminhos da Floricultura', o público também
pode acompanhar a evolução da produção
de flores e plantas. Todo o processo está exemplificado
no espaço. Das mudas nas bandejas de germinação
e, depois na terra, ao crescimento da planta.
A
artista floral Anete Moser, de Porto Alegre, que faz
arranjos personalizados para festas e eventos, fica
diariamente no espaço para responder perguntas
dos visitantes sobre o cultivo e os cuidados com as
plantas.
“A
receptividade tem sido grande. As pessoas querem saber
como cuidar das flores”, diz Anete. Segundo
ela, para conservar flores e plantas é preciso
não expô-las ao sol e protegê-las
do vento, além de molhar a terra de dois em
dois dias e podar o caule nesse mesmo intervalo de
tempo.
Para
o coordenador dos projetos de apoio à floricultura
pelo Sebrae no Rio Grande do Sul, Fábio Krieger,
o 'Caminhos da Floricultura' é um espaço
para divulgar o setor e estimular o consumo de flores
e plantas no Estado. “Hoje, o Rio Grande do
Sul é um grande consumidor de flores, mas a
maioria é comprada de outros Estados”,
diz.
segundo
Krieger, a produção gaúcha de
flores é bastante diversificada, mas ainda
pouco volumosa, o que dificulta a competitividade
com São Paulo, por exemplo, onde a produção
é menos diversificada, mas muito mais abundante.
Ele
destaca que, desde 2006, floricultores gaúchos
contam com uma Central de Comercialização
e Distribuição de Flores e Plantas Ornamentais,
localizada na Central de Abastecimento do Rio Grande
do Sul (Ceasa/RS), em Porto Alegre. Isso tem facilitado
a venda.
Segundo
dados da Associação Rio-Grandense de
Floricultura (Aflori), o Estado importa de 60% a 70%
das flores consumidas. A maior parte vem de produtores
de São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina
e Rio de Janeiro.
Apesar
de a produção gaúcha ser pouco
volumosa, dados do Instituto Brasileiro de Floricultura
(Ibraflor) mostram que o mercado no Estado é
comprador. segundo o Ibraflor, o consumo per capita
no Rio Grande do Sul é de US$ 30 por ano ante
uma média nacional de US$ 6 anuais.
Serviço:
Assessoria de Comunicação do Sebrae
no Rio Grande do Sul - (51) 3216-5165 ou (51) 3216-5182
Central de Relacionamento Sebrae - 0800 570 0800